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REGIÃO SUL
COLHEITA DE FEIJÃO CARIOCA E PRETO SEGUNDA SAFRA: ATRASOS E AUMENTO DE OFERTAS COM DEFEITOS
O estado do Paraná avançou pouco em suas colheitas, alcançando no máximo 10% de suas áreas. É importante notar que as chuvas recentes causaram interrupções nas áreas que já estavam prontas.
É essencial destacar que, neste contexto, os produtores podem se beneficiar das previsões climáticas. Antecipadamente informados sobre a previsão de chuvas, os produtores podem adiar a dissecação para evitar prejuízos na lavoura.
Feijões afetados pela chuva
O que era previsto está se confirmando, já que o mercado está recebendo um volume de feijão carioca e preto das regiões de plantio no Paraná, com evidências de danos causados pelas chuvas. É importante ressaltar que os feijões afetados pela chuva tendem a desvalorizar mais rapidamente, dificultando a negociação e venda.
Neste contexto, temos dois mercados que se movem paralelamente:
Feijão carioca extra: Preços variando entre R$ 250,00 e R$ 300,00 por saco.
Feijão carioca comercial/fraco: Preços variando entre R$ 160,00 e R$ 220,00 por saco.
Feijão preto: O mercado mostra sinais de desorganização em relação aos padrões de grãos já colhidos ou em andamento. De modo geral, há escassez de feijão extra, o que mantém os preços firmes e dificulta o acesso a esses feijões de qualidade. Os preços estão na faixa de R$ 220,00 a R$ 260,00 por saco.
Propostas abaixo desses valores geralmente refletem a qualidade dos feijões, indicando sinais de danos causados pelas chuvas. Nesses casos, os preços variam entre R$ 150,00 e R$ 200,00 por saco.
Tendências de mercado para as próximas semanas:
O outono é uma estação mais seca, o que deve proporcionar condições mais favoráveis para a colheita. Espera-se que, com o clima estável, as colheitas avancem. Com o aumento esperado no volume de feijões, é provável que os preços sejam mais acessíveis, mas também sofram quedas devido ao aumento da oferta.
O estado está preparado para receber um volume significativo de feijão carioca e preto, e as tendências apontam para preços mais acessíveis conforme a oferta aumenta.
Rose Almeida
Negócios & Mercado
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