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O pós pregão de hoje manteve a calmaria que já vem desde o início desta semana. A situação deixa os corretores tensos, pois sabem que para vender neste momento será necessário que sejam mais flexíveis com os preços aplicados. Inclusive, poderão ocorr
Além disso, observamos alguns comentários do setor de compras no tocante à qualidade das ofertas, porém, não houve uma procura real por parte dos compradores, mesmo que fosse para renegociar os preços.
Além disso, observamos alguns comentários do setor de compras no tocante à qualidade das ofertas, porém, não houve uma procura real por parte dos compradores, mesmo que fosse para renegociar os preços.
A sobra é de aproximadamente 10 mil sacas. O feijão extra está presente entre elas. Diante da calmaria, os corretores só terão duas alternativas, ou seja, baixar o preço e escoar ou armazenar para a próxima quarta-feira (03).
Em se tratando de feijão extra (9), os compradores até chegaram a cogitar algumas negociações, mas por outro lado os preços não colaboraram. A pedida segue firme em R$ 150,00.
Ainda dentro da movimentação do mercado na zona cerealista de São Paulo, os corretores que trabalham com feijão para embarque direto para São Paulo, também realizam as vendas direto para os empacotadores. Estes trataram de abastecer o mercado, o que justifica essa calmaria do pré-feriadão.
Os preços foram os mais variados, no entanto, sempre de acordo com o padrão. Diante do cenário, o mercado vem desenvolvendo esforço para evitar baixa nos preços. A expectativa se volta mais uma vez para o volume que será ofertado.
Rose Almeida
Negócios & mercado
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