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Nutrição de alta tecnologia minimiza estresse e garante alta produtividade no feijão
A safra 2020/2021 de feijão deve atingir 3 milhões de toneladas, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A segunda colheita ocorre entre abril e junho e sofre maior pressão de oferta.
A segunda colheita ocorre entre abril e junho e sofre maior pressão de oferta. Esse fator leva os agricultores a aumentar o investimento em tecnologias para proteger as plantas e potencializar o resultado, atingindo a máxima produtividade.
"O feijão é uma cultura de ciclo curto, que varia entre 75 e 90 dias do plantio à colheita. Em razão disso, muitas vezes não há tempo suficiente para a planta se recuperar do estresse climático, ou causado por produtos químicos, e também proveniente do ataque de pragas e doenças. Assim, é extremamente importante fazer o manejo inteligente e nutrir as plantas para que elas tenham condições de atravessar períodos adversos, sofrendo o menor estresse possível, mantendo seu potencial produtivo", afirma o gerente de vendas da Brandt, Rafael Oles.
O especialista alerta que o feijoeiro é bastante sensível a insetos, fungos e plantas daninhas. "Uma medida importante é a rotatividade de culturas, de forma a manter a sanidade das áreas de plantio, obtendo o máximo potencial produtivo da segunda safra, que quando cultivado após a cultura da soja, exige o uso de herbicidas específicos para o controle da mesma que pode germinar como invasora", destaca Oles. "Na região Sul, outra medida implantada com essa finalidade é a antecipação da safra da soja.?
Rafael Oles, que é engenheiro agrônomo formado pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), destaca que a mistura de dois ou mais ingredientes ativos com função herbicida para controle em pós-emergência de daninhas no feijão pode causar fitotoxidade, afetando a parte aérea da cultura principal. A principal preocupação, entretanto, está no desenvolvimento radicular do feijoeiro, que pode ser prejudicado com a utilização desse tipo de defensivo.
Essas dificuldades podem ser solucionadas com o portfólio exclusivo da Brandt. "Como a cultura do feijoeiro tem ciclo muito curto, é preciso sincronizar a nutrição com o uso de defensivos, visando amenizar os possíveis estresses em diferentes fases do desenvolvimento das plantas. Smart Trio, por exemplo, favorece a manutenção do desenvolvimento natural do feijoeiro, reduzindo o impacto dos herbicidas e fornecendo nutrientes importantes para a fase inicial do cultivo: nitrogênio, enxofre, zinco, boro e manganês", diz o gerente da Brandt.
"Já no florescimento, é necessário fazer aporte de um elemento fundamental, o boro, responsável pela germinação do tubo polínico e o pegamento da florada. Esse recurso está presente na linha Manni-Plex, cuja formulação aumenta a absorção e a translocação de nutrientes, passando pelas cutículas foliares para as estruturas internas da folha de forma mais rápida e eficaz", esclarece Oles.
O engenheiro agrônomo da Brandt explica que a translocação do boro pelo floema torna possível a disponibilização desse elemento na parte baixeira do feijoeiro, área em que é mais comum haver deficiências. "A carência de boro causa o abortamento de flores e de vagens, o que impacta diretamente no resultado da lavoura", finaliza o especialista. Entre outros recursos, a linha conta com Manni-Plex B-Moly (com nitrogênio, boro e molibdênio) e Manni-Plex K (composto por potássio).
Sobre a Brandt
A Brandt é subsidiária da norte-americana Brandt, que atua desde 1953 na fabricação de insumos para diversas culturas. Especialista em nutrição vegetal, a empresa está presente em mais de 65 países, com tecnologias inovadoras. A companhia está há cinco anos no Brasil, com sede administrativa em Londrina (PR) e fábrica em Olímpia (SP).
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