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Santa Catarina ? Colheita em andamento Neste momento, o estresse hídrico se espalha por toda a região Sul.
Em algumas regiões do estado as chuvas não ocorrem desde o início deste mês de abril, e portanto, as localidades que estão com a plantação do feijão em andamento, seguem enfrentando o veranico.
Paraná ? Feijão Carioca - 2ª. Safra à colher
Em algumas regiões do estado as chuvas não ocorrem desde o início deste mês de abril, e portanto, as localidades que estão com a plantação do feijão em andamento, seguem enfrentando o veranico.
De acordo com o senhor Salvador, engenheiro Agrônomo do Deral (Departamento de Economia Rural), a situação é preocupante e deixa a cadeia do feijão em alerta vermelho. A prova disso são as primeiras colheitas, que já apresentaram danos na qualidade dos grãos. Com a colheita ainda para iniciar, é bem provável que o mercado receberá mercadorias fracas ou até mesmo uma expressiva quebra na safra.
Informações do site www.climatempo.com.br, apontam algumas ocorrências de chuvas previstas para a segunda semana de maio. Ainda não existe um dado estatístico do órgão competente (Deral ? Departamento de Economia Rural) quanto ao percentual relativo às perdas, porém sabe-se que em breve os técnicos responsáveis devem lançar uma estimativa das perdas/quebras nas regiões.
Percentual por fase:
Feijão 2ª. Safra - 2017/18
Des. vegetativo: 5%
Floração: 21%
Frutificação: 49%
Maturação: 25%
Fonte: Deral ? Departamento de Economia Rural
Último levantamento: 23/04/2018
Santa Catarina ? Colheita em andamento
Neste momento, o estresse hídrico se espalha por toda a região Sul.
Não podemos ignorar que o estado também se encontra na região sul e que as lavouras continuam enfrentando problemas climáticos, tendo em vista que não chove há mais de 20 dias. De toda a área plantada, o estado ainda tem aproximadamente 20% para colher. Porém, um engenheiro agrônomo da localidade afirma que o dano já foi concretizado, atingindo não somente a produtividade como também a qualidade dos grãos.
Para os próximos dias, o mercado, comercialmente falando, deverá observar os danos que as lavouras estão sofrendo, depois que tiver acesso à qualidade dos grãos que deverá chegar ao mercado. Desta forma, toda a cadeia fica em alerta, pois sabemos que a principal variável que é o preço, sofre interferência direta através dos volumes ofertas.
Sendo assim, os estados como Goiás, Minas Gerais e, até o mesmo os produtores de Santa Catarina, que já colheram e seguram por prazos determinados suas ofertas, já estão com vistas para o futuro. Pois, se o clima não colaborar, a cadeia espera uma melhora nas cotações, se utilizando da lei da oferta e da demanda, que de fato consegue mover os preços para baixo e para cima.
Rose Almeida
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