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Safra foi afetada pelo clima No Paraná, a primeira safra de feijão 2018/19, ocupou uma área de 162.000 hectares e a produção foi de 247.000 toneladas. Já a segunda safra registrou uma área de 230.500 hectares e a produção inicialmente prevista era de

Produção do Brasil será de 3,07 milhões de toneladas


Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento CONAB, a produção brasileira de feijão da safra 2018/19 deverá alcançar 3,07 milhões de toneladas, que será praticamente igual à do ano passado, quando foram colhidas 3,12 milhões de toneladas, ou uma redução de apenas 1,4%. O maior volume, deste total, é obtido na segunda safra, que neste ano representa 45%. Já a primeira safra que no passado foi a principal, contribuiu com 32% e em menor escala a terceira safra com 23%. Da produção total estimada para esta safra, o feijão de cor representa 62%, caupi 21% e o preto com 17%. O caupi vem ganhando espaço nos últimos anos e além dos estados nordestinos, sem cultivo também está presente em grandes áreas no Mato Grosso.

 

 

Deslocamento da oferta

 

Algumas mudanças na agricultura brasileira e principalmente no Paraná estão deslocando a curva de oferta de feijão para outro período do ano. Com a crescente necessidade de se produzir cada vez mais soja, esta cultura vem ocupando grandes áreas e tomando espaços antes destinados aos produtos alimentícios. Assim sendo, o cultivo de milho e feijão passou para a segunda safra, ou seja, após a colheita da soja que ocorre durante os meses de janeiro a março.

 

Safra foi afetada pelo clima No Paraná, a primeira safra de feijão 2018/19, ocupou uma área de 162.000 hectares e a produção foi de 247.000 toneladas. Já a segunda safra registrou uma área de 230.500 hectares e a produção inicialmente prevista era de 442.000 toneladas. As condições climáticas estavam favoráveis durante a maior parte do seu ciclo, porém no final de colheita o excesso de chuvas afetou as lavouras que ainda ocupavam 30% dos 230.500 hectares cultivados. Segundo produtores e técnicos dos Núcleos Regionais, as lavouras que estavam prontas para colher e principalmente àquelas dessecadas, sofreram perdas tanto em quantidade como em qualidade.

 

 

Atualmente, a colheita já atingiu 96% e o novo levantamento indica uma redução de 18% sobre a produção inicial de 442.000 toneladas. Com a perda de 80.000 toneladas, o Paraná deverá colher aproximadamente 362.000 toneladas de feijão nesta segunda safra.

 

Preços poderão aumentar

 

Durante a última semana os produtores receberam em média de R$ 119,00 pela saca de 60 kg de feijão de cor e R$ 116,00 pela saca de 60 kg para o preto. As notícias de falta de chuvas na Bahia, importante produtor nesta época do ano, poderão influenciar no aquecimento dos preços a partir de agosto ou setembro quando a disponibilidade do produto é menor.

 


Deral - Departamento de Economia Rural 

Crédito de Imagem:  Agrocerqueiracesar


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