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Pregão desta quarta (19) transcorre com poucas vendas, mas corretores continuam firmes e com preços em alta.

O mercado mais uma vez abriu as negociações com poucas ofertas, preços em alta e fraca comercialização. Devido ao dia da semana a presença de compradores naturalmente foi satisfatória. No entanto, as vendas não fluíram bem.


Pregão desta quarta (19) transcorre com poucas vendas, mas corretores continuam firmes e com preços em alta.

 

O mercado mais uma vez abriu as negociações com poucas ofertas, preços em alta e fraca comercialização. Devido ao dia da semana a presença de compradores naturalmente foi satisfatória. No entanto, as vendas não fluíram bem.

 

Por outro lado temos um setor de vendas resistente e sem interesse em vender as ofertas a qualquer preço. A grande prova disso é que nesta madrugada Os grãos (9,5 de cor) foram disponibilizados com pedida de até R$ 200,00/sc. No entanto sem comprador interessado, o corretor chegou nos R$ 195,00/sc,  porém não fechou, encerrou o pregão com preço nominal.

 

Vale observar que as vendas para os referidos padrões não será uma tarefa fácil, visto que os compradores têm como foco principal as próprias lavouras, pois buscam fugir dos preços elevados na zona cerealista. Portanto, os compradores que vieram na necessidade, optaram se abastecer com o feijão (9-9), negociado em R$ 185,00/sc - final. 

 

As poucas ofertas do feijão mais fraco tiveram venda em R$ 175,00/sc. O fato é que este agradou o comprador nos dois aspectos,  preço e qualidade.

 

Assim sendo, a pequena oferta disponível foi zerada. As demais ofertas dos padrões (7-7 / 8-8) não estavam disponíveis fisicamente, porém o comprador sabe da existência para embarque e, caso necessário, buscará mais informações, sobretudo dos preços.

 

De modo geral o mercado segue com preços em alta e uma baixa oferta disponível para venda. Tal cenário se mostra justificável em razão do término da semana que já se aproxima.

 

Rose Almeida

Negócios & mercado


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