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O pregão desta quinta-feira (23) abriu o mercado disponibilizando as sobras do feijão carioca que se acumularam ao longo da semana.


 

O pregão desta quinta-feira (23) abriu o mercado disponibilizando as sobras do feijão carioca que se acumularam ao longo da semana. A grande surpresa é que houve uma invertida no cenário, ou seja, os compradores estão bem mais endurecidos do que os corretores.

 

Apesar de terem demonstrado interesse em abastecer, boa parte dos compradores optaram por negociar logo mais no pós pregão. Mesmo assim, algumas poucas vendas foram realizadas para aqueles que estão com mais pressa.

 

Os corretores seguem firmes e não demonstram qualquer sinal de que recuo nos atuais preços praticados, tendo em vista que as ofertas já foram negociadas na roça a um preço relativamente alto. Portanto, a probabilidade de cederem às investidas do setor de compra é mínima.

 

Com exceção de algumas poucas negociações que acabam surgindo, no geral, a ordem do momento é aguardar o interesse do setor de compra.

 

Vale ressaltar que em meio a essa queda de braço entre os dois setores, as mercadorias que interessam aos compradores são os padrões mais fracos, com pedida na média entre R$ 140,00 e R$ 150,00/sc. A tentativa dos compradores é de ao menos reduzir esses valores em R$ 5,00 e R$ 10,00/sc.

 

Outro detalhe importante a se colocar é que, com a chegada fim da semana, a estratégia dos compradores pode surtir efeito,  uma vez que armazenar as ofertas exige custos para os corretores, e sendo assim, a possibilidade de uma flexibilidade nos valores começa a ganhar corpo.

 

No geral o mercado voltou a operar muito timidamente com as vendas, escoando um volume inexpressivo e, até o fechamento do informativo, não houve alteração nos preços.    

 ROSE ALMEIDA

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