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firme, o pregão encerra sem grandes expectativas que não seja sobre o quadro de ofertas para os próximos pregões
O pregão desta sexta-feira (03) operou com poucas sobras do feijão carioca e sem a participação dos compradores. Os preços voltaram a reagir, porém os valores sugeridos foram apenas nominais.
Com base nos comentários de que o mercado segue firme em virtude da limitação de ofertas na zona cerealista de São Paulo, é bem provável que aqueles compradores aventureiros terão que ceder ao reajuste dos preços. Por outro lado, existe também a crença de que o mercado segue refém de novos embarques.
O fato é que o produtor está acreditando no mercado, e assim como na zona cerealista, as ofertas estão reduzidas. Essa manobra estratégica gera boas perspectivas de melhorar os preços e ainda evita surpresas.
Mesmo diante de comentários e opiniões divergentes por parte dos que compõem a cadeia, nota-se que o mercado não sofre qualquer ameaça por escassez de ofertas. Sendo assim, podemos colocar que os negócios estão empatados, onde o produtor e/ou atravessador, aproveita também a oportunidade de que os compradores não estão operando com estoque. Essa disputa acaba tornando o dia imprevisível e susceptível a novidades.
De um modo geral o pregão encerra sem grandes expectativas que não seja sobre o quadro de ofertas para os próximos pregões. A necessidade do setor de vendas associado à demanda varejista colocará em prática a lei da oferta e procura, responsável por direcionar os preços nos próximos pregões.
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