Notícias

Escolha correta de adjuvante agrícola impacta no bolso do produtor


Substância adicionada à calda de defensivos, evita desperdício e facilita controle de pragas e doenças.

Alcançar um bom controle fitossanitário da lavoura é essencial para o desenvolvimento dos cultivos ao longo do seu ciclo produtivo. Adicionados às caldas dos defensivos, os adjuvantes agrícolas facilitam a aplicação do herbicida, permitindo uma maior cobertura da planta e menor grau de evaporação do produto. Com isso, evita-se o desperdício e potencializa-se o controle de pragas e doenças.

 

 

Na região de Leme (SP), o produtor de citros Orlandino de Abreu Júnior, também diretor da empresa Solo Sagrado, utiliza óleo mineral como adjuvante, nas caldas dos defensivos desde 2010, e tem conquistado resultados positivos em sua propriedade. "Com a aplicação do óleo conseguimos quebrar a tensão superficial da água, condicionando melhor a calda. Isso faz com que a área de cobertura do defensivo seja ampliada, desperdiçando menos produto e atingindo melhor o seu alvo", afirma.

De acordo com o engenheiro agrônomo Paulo Rodrigues, da Packblend, empresa que atua no setor do agronegócio, dentre as funções conhecidas do óleo mineral duas se destacam. "A primeira é a anti-deriva, onde a taxa de evaporação e os efeitos do vento são reduzidos garantindo assim uma melhor deposição das gotas sobre o alvo. A segunda função é de proporcionar um efeito emoliente/espalhante, ou seja, aderindo melhor gotas compostas também por outros produtos formulados, melhorando a distribuição sobre o alvo", conta. Além dos efeitos, destaca que o uso do óleo mineral se faz para todas as culturas, desde que o produtor esteja orientado por um profissional habilitado.

 

 

A melhoria na aplicação dos defensivos traz impactos positivos na rentabilidade das lavouras, conforme explica Júnior. "Isso vai refletir, sem dúvida, na produtividade. Um óleo de boa qualidade é essencial para controle de fungos, consequentemente a produção aumenta". O produtor ainda ressalta que na citricultura de mesa, a presença de manchas na casca inviabiliza que o produto vá para a mesa do consumidor, e na produção industrial a inexistência de doenças é essencial.

 

A utilização de óleo mineral como aditivo também acontece no cultivo de grãos. Segundo Ricardo Marcondes, gerente de vendas do Grupo Antunes, composto por diversos produtores de grãos da região de Avaré (SP), os resultados da aplicação são visíveis no campo. "Conseguimos alcançar o esperado do defensivo. O óleo se mistura bem com os demais produtos na aplicação, dissolvendo melhor", conta.

 

 

Alternativas

Para atender a demanda do produtor por um controle fitossanitário cada vez maior e efetivo, a Packblend trouxe uma solução em óleo mineral emulsionável pronto para ser adicionado às caldas de defensivo, chamado de Agefix. A tecnologia tem entre seus diferenciais o nível de estabilidade da emulsão e a compatibilidade com os principais defensivos.

No Paraná, os produtores de todos os tipos de cultura passam a contar com essa alternativa de aditivo no mercado, que foi lançada recentemente no estado, segundo maior produtor de grãos do Brasil. A tecnologia já é reconhecida em grandes polos agrícolas do país como São Paulo, Goiás, Mato Grosso do Sul, entre outros.

Fonte; Agrolink

 

 


Notícias relacionadas

Conab prevê novo recorde para safra brasileira de grãos

Começa a colheita de feijão carioca no Sudoeste Paulista

*SAFRA DAS ÁGUAS PARANÁ 2019/2020*

Oeste da Bahia vai ganhar o 1° polo de irrigação do NE

AgroNordeste vai ajudar a reduzir as diferenças regionais

Oeste da Bahia vai ganhar o 1° polo de irrigação do NE

Safra das Águas - Sudoeste Paulista

O mercado foi firme até o fechamento do pregão de hoje. Mas neste momento segue susceptível de variação de acordo com a lei da oferta/demanda.

Produção de feijão vai crescer 487% na Bahia

O pós pregão de hoje, dia 09, não deu continuidade às vendas de forma satisfatória, pelo menos para o setor de vendas.

A semana encerra com ofertas reduzidas, preços estáveis e com poucas vendas realizadas, na zona cerealista

O último levantamento do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) indicou que ocorrerá um significativo aumento das ofertas do feijão carioca e outros, a partir de setembro.

Em julho, IBGE prevê alta de 5,8% na safra de 2019

Em julho, IBGE prevê alta de 5,8% na safra de 2019

Inoculantes trazem novas perspectivas para a cultura do feijão

Feijão: Produtores estão convictos com possível valorização

Brasil deve plantar mais soja e menos milho, arroz, feijão e algodão

Em 10 anos, área plantada vai aumentar no BR

Cientistas decodificam feijão mais resistente do mundo

Onda de frio chega em áreas produtoras brasileiras