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O pregão desta sexta-feira (02) abriu com aproximadamente 2.900 sacas de feijão carioca. Preços se mantém estáveis.


 

 

O pregão desta sexta-feira (02) abriu com aproximadamente 2.900 sacas de feijão carioca. Apesar do volume inexpressivo, nota-se que diante da falta de compradores, essa quantidade acabou sendo mais que suficiente.

 

Sem vendas registradas, a tentativa de escoamento das ofertas se transfere para o pós pregão, porém, sem muita perspectiva de que o mercado possa reagir em termos de venda.

 

Este cenário atual mostra, inclusive, que ao longo da semana as ofertas foram naturalmente sendo armazenadas. Essa estratégia chegou a provocar certa alteração nos valores do feijão, mas devido ao abastecimento do setor de compra, essa tendência foi se desfazendo.

 

A calmaria segue e as chances de vendas ao longo do pós pregão são mínimas. Os compradores se mostram tranquilos, ainda mais quando gozam de alternativas para se abastecerem caso seja necessário.

 

Com um mercado calmo e sem registro de vendas, além de corretores com feijão armazenado a espera de escoamento, o quesito preço se torna complexo de ser definido, pelo menos para o momento.

 

Uma dúvida que também paira sobre o mercado se refere aos próximos volumes que chegarão à zona cerealista, uma vez que a quantidade de feijão influência na pedida de preço das ofertas. Vale ressaltar ainda, que a média entre R$ 190,00 e R$ 240,00/sc,  já não serve como referência para a próxima semana.

 

Com o estado do Paraná prestes a ter seu feijão reduzido, o foco do mercado passa a ser o estado de Minas Gerais, que atualmente se encontra com os trabalhos de campos em andamento. Até que se tenha um volume regular de mercadorias, os preços continuarão oscilando, seja para cima ou para baixo.  

 

Rose Almeida

Negócios & Mercado 

 


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