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O pregão desta quinta (22), operou com aproximadamente 7.640 sacas do feijão carioca. As vendas foram tímidas, resultando numa sobra de 7.190 sacas. Vale ressaltar que essa calmaria se deu em maior parte pela ausência dos compradores de fora.
O pregão desta quinta (22), operou com aproximadamente 7.640 sacas do feijão carioca. As vendas foram tímidas, resultando numa sobra de 7.190 sacas. Vale ressaltar que essa calmaria se deu em maior parte pela ausência dos compradores de fora.
O pregão desta quinta (22), operou com aproximadamente 7.640 sacas do feijão carioca. As vendas foram tímidas, resultando numa sobra de 7.190 sacas. Vale ressaltar que essa calmaria se deu em maior parte pela ausência dos compradores de fora.
Sem compradores interessados, a oferta do feijão extra (9,5), foi disponibilizada com apenas uma viagem. A pedida permanece em R$ 125,00/sc, mais as despesas que finalizam em R$ 128,00.
Já o padrão extra (9) foi alvo de sugestão de venda, porém, o mesmo está para embarque com pedida final de R$ 125,00/sc. Neste momento, os corretores de roça temem embarcar mercadorias, pois sabem do risco de que esse feijão não encontre colocação no mercado.
No tocante às demais ofertas, sabemos que não tiveram escoamento, salvo apenas uma viagem do feijão padrão comercial (7,5), alvo de uma única venda ao preço de R$ 90,00/sc final.
A situação curiosa ficou para os padrões 6 e 7 de cor. Tivemos a constatação de algumas vendas durante o pregão, porém as mesmas não se encontram na zona cerealista. Pelo que pudemos apurar, o volume foi expressivo, negociado ao preço variável de R$ 60,00 a R$ 70,00/sc.
É importante explicar que não há vantagem em embarcar mercadorias comerciais em grande volume, ainda mais pelas despesas geradas. Neste sentido, as vendas casadas dão maior segurança ao setor, uma vez que a procura tem ocorrido e ambos os setores se fortalecem na negociação.
No geral, podemos colocar que o pregão já deu uma prévia de que o dia de hoje provavelmente será de calmaria nas vendas. O abastecimento do mercado é o maior sinal dessa realidade.
Rose Almeida
Negócios & Mercado
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