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O mercado de feijão carioca e preto, desta sexta-feira (26) praticamente não aconteceu, tendo em vista que a presença de compradores foi praticamente nenhuma e, portanto, não existiram negociações.

Mesmo diante de um cenário de total calmaria, resta ainda uma pequena parcela de corretores que segue administrando as poucas ofertas que restam na zona cerealista.


O mercado de feijão carioca e preto,  desta sexta-feira (26) praticamente não aconteceu, tendo em vista que a presença de compradores foi praticamente nenhuma e, portanto, não existiram negociações.

 

Mesmo diante de um cenário de total calmaria, resta ainda uma pequena parcela de corretores que segue administrando as poucas ofertas que  restam na zona cerealista. 

 

É importante informar que ainda na tarde de ontem ocorreram algumas vendas, a exemplo do feijão extra (10), negociado em R$ 132,00/sc. Com base nessa movimentação estima-se que ainda circule um pequeno volume de pelo menos 3 mil sacas. 

 

No geral, observamos que durante  toda esta semana o mercado vem se repetindo, com corretores operando com ofertas reduzidas e preços firmes. A postura vigente tem sido aguardar que a demanda se apresente naturalmente.

Vale explicar que o comportamento do setor de vendas tem dado equilíbrio ao mercado, uma vez que os compradores de um modo geral são abastecidos não somente através da zona cerealista,  mais também com vendas diretas das lavouras entre os estados de Goiás e Minas Gerais.

 

 O sudoeste paulista que segue com colheita em andamento, ainda  não foi possível distribuir alguma oferta que não seja esta venda direta.

 

E por ultimo, se considerarmos a fraca movimentação do mercado ainda na madrugada, dificilmente ocorrerão novos negócios. Porém, nada é descartado, uma vez que os empacotadores se abastecem de forma lenta, e alguma venda inesperada pode ocorrer.

 

Rose Almeida

Negócios & Mercado


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