COTAÇÕES DE PREÇOS E ANÁLISE DE MERCADO

Feijão carioca - preços em r$ - saca 60 kg - últimos 5 dias


Boletim Informativo do Feijão

Pós-Pregão terça-feira | 10 de fevereiro de 2026

 

 

 

Registrador do Mercado de Feijão Pausa nas Negociações Após Atingir Maiores Patamares desde Abril de 2025

 

O mercado de feijão atravessa um momento de desaceleração nas negociações, movimento característico quando os preços alcançam seus níveis mais elevados. Atualmente, as cotações estão nos maiores patamares registrados desde abril de 2025.

 

Cenário Real

As empresas do setor concentram suas operações no diálogo com o varejo para estoque de estoques, já com os preços dos fardos atualizados. Como é típico nesse tipo de transição, observa-se retração na demanda.

Apesar da desaceleração, os compradores relatam uma coleta constante de propostas de feijões com padrões variados, mantendo-se dentro do cenário de preços.

 

Feijão Carioca

 

Alguns negócios foram concretizados, porém sem volumes expressivos. Feijões comerciais de cor 8 com defeitos (peneira alta) foram comercializados a R$ 290,00 por saca, abaixo do patamar máximo de R$ 305,00 alcançado recentemente, preço que reflete a qualidade inferior do produto.

Para o feijão carioca extra, as ofertas mantêm-se obtidas entre R$ 320,00 e R$ 350,00 por saca, dependendo do padrão dos grãos. O fluxo contínuo de ofertas não significa estabilização do mercado, mas sim esforço de concretização de negócios que os corretores esperam realizar ao longo desta semana.

 

Feijão Preto

 

O segmento de feijão preto também registra baixo volume de negociações, com preços restritos frente à ausência de demanda. O feijão extra beneficiado permanece cotado a R$ 220,00 a saca, enquanto os lotes a granel estão em R$ 210,00.

Circulam ainda ofertas de feijões comerciais com variação entre R$ 165,00 e R$ 180,00 a saca, dependendo da qualidade e do nível de quebra dos lotes.

 

Perspectivas

 

O período atual caracteriza-se como entressafra, fase em que o mercado naturalmente desacelera. Esse intervalo de estagnação costuma durar entre 8 e 15 dias, acompanhando o ritmo de consumo final, etapa em que o produto definitivamente sai do mercado.

Como as empresas mantêm estoques em níveis suficientes para atender à demanda varejista, embora permaneçam atentas a novas propostas que possam surgir no curto prazo.

 

 


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